sábado, 24 de setembro de 2011

Interação - MIT

Massachusetts Institute of Technology, MIT
Massachusetts Institute of Technology é um centro universitário de educação e pesquisa privado localizado em Cambridge, Massachusetts, nos Estados Unidos. O MIT é um dos líderes mundiais em ciência e tecnologia. Dentre seus preeminentes departamentos e escolas, destacam-se: Sloan School of ManagementLincoln LaboratoryComputer Science and Artificial Intelligence LaboratoryMedia Lab eWhitehead Institute.
O departamento pesquisado foi o Media Lab que tem como o lema : " o futuro é vivido e não imaginado", o Media Lab faz parte do departamento de pesquisa da escola de arquitetura e Urbanismo da MIT(Massachusetts Institute of Technology). Ele foi fundado pelo professor da MIT Nicholas Negroponte em 1980, juntamente com o ex-presidente do MIT Ciência, e conselheiro do presidente John F. Kennedy, Jerome Wiesner. As portas do edifício Wiesner são abertas em 1985, tendo seu crescimento devido aos trabalhos da architecture machine group da MIT.


Partindo do princípio em que vivemos num mundo onde a tecnologia está crescendo em uma forma bastante radical, o media lab desenvolve tecnologia para as pessoas criarem um mundo melhor. O Laboratório inclui rigorosas pesquisas, programas de graduação, com as disciplinas tradicionais sendo passadas com execelência. Designers de produtos modernos, nanotecnologias, visualização de dados, peritos, pesquisadores industriais, e pioneiros do computador interfaces trabalham lado a lado para inventar e reinventar experiência como seres humanos, podendo ser auxiliada por meio da tecnologia. Nos primeiros 10 anos, o Laboratório desenvolveu grande parte da tecnologia que permitiu a "revolução digital", e também o reforço da expressão humana: uma pesquisa inovadora variando de cognição e de aprendizagem, a música eletrônica e a holografia. Em sua segunda década, o laboratório investe na tecnologia de wireless, comununicações virais, máquinas com o senso comum, novas formas de expressão artística, e de abordagens inovadoras de como as crianças aprendem. Agora em sua terceira década, o Laboratório está centrado na "adaptabilidade humana", trabalho que vão de iniciativas para tratar doenças como a doença de Alzheimer e depressão, a sociabilização de robôs, que possam acompanhar a saúde das crianças ou dos idosos, como também para o desenvolvimento de "próteses inteligentes", que pode imitar, ou mesmo de ultrapassar as capacidades dos nossos membros biológicos.




High Low- Tech


O High-Low Tech Group integraaltos e baixos materiais tecnológicos, processos e culturas. Nosso principal objetivo é envolver públicos diversos em projetar e construir as suas próprias tecnologias, situando computação em novos contextos culturais e material, e desenvolvendo ferramentas que democratizar a engenharia. Acreditamos que o futuro da tecnologia será em grande parte determinado por usuários finais que irão projetar, construir e cortar seus próprios dispositivos, e nosso objetivo é inspirar, forma, suporte, e estudar essas comunidades. Para este fim, vamos explorar a intersecção da computação, física de materiais, processos de fabricação, artesanato tradicional e design.


Alguns exemplos mais importantes:
Living Wall 
Leah Buechley, Emily Lovell, David Mellis e Hannah Perner-Wilson
Executar a sua mão sobre este papel de parede para ligar uma lâmpada, tocar música, ou controlar o seu torradeira. Este projeto de experimentos com papel de parede interativo que pode ser programado para monitorar seu ambiente, controle de iluminação e som, e geralmente servem como uma forma bela e discreta para enriquecer ambientes com recursos computacionais. O papel de parede em si é plana, construída inteiramente de papel e tinta. O papel é emparelhado com magnética módulos eletrônicos que servem como sensores, lâmpadas, interfaces de rede, e decorações interativas.








Media Lab - TED (SixthSense)

'SixthSense' é uma interface gestual que aumenta o mundo físico ao nosso redor com a informação digital e nos permite usar gestos naturais para interagir com essa informação.



sábado, 17 de setembro de 2011

Pesquisa e biografia: Vik Muniz

    Obra escolhida do acervo de Inhotim:


Vik Muniz - Donald Judd, Untitled, 1984, Installed at the Whitney Museum in “1985 Biennial Exhibition”, March 21 – June 2, 1985, da série Pictures of Dust, fotografia, 243,8 x 114,3 cm, 2000



Vik Muniz - São Paulo, 1961



    Vicente José de Oliveira Muniz, mais conhecido como Vik Muniz, 50 anos, é um artista plástico, fotógrafo e desenhista paulistano muito conhecido no exterior, onde vive desde os 23 anos. Começou a trabalhar com arte fazendo esculturas e depois incorporou a fotografia em seus trabalhos, sempre registrando suas obras.
   
    A forte característica da maioria das obras de Vik Muniz é a utilização de materiais inusitados, como: geleia, chocolate, pasta de amendoim, xarope, vinho, açúcar, materiais recicláveis, fios de cabelo, arame, diamante, gel, pigmentos, comidas, entre outros, e a técnica criada pelo artista consiste na utilização desses variados e inusitados componentes e objetos na formação de imagens que depois são fotografadas e ampliadas. Normalmente seus trabalhos são releituras de grandes mestres da pintura: Leonardo da Vinci, Claude Monet, Albert Dürer, Gerhard Richter, Andy Warhol, entre outros. Em explicação pela escolha dos componentes utilizados, o artista diz: “Não é bem o material ou o tema, o inusitado é como essas coisas se relacionam”.    
  
    O artista plástico ficou popularmente conhecido após ceder, recentemente, uma de suas obras para a abertura de uma das novelas da Rede Globo e pelo documentário “Pictures of Garbage”, utilizando a sucata dos lixões da cidade de Gramacho, RJ.  Nesse trabalho, catadores de lixo do aterro, após serem fotografados, trabalharam ao lado do artista no processo de montagem das obras, selecionando as imagens. No exterior, o grande responsável pela notoriedade de Vik Muniz no meio artístico novaiorquino foi o crítico de arte do Jornal New York Times, Charles Haggan. Após uma matéria publicada no jornal a respeito de suas obras expostas em uma pequena galeria de N.Y, grandes museus como Guggenheim e Metropolitan Museum of Art passaram a requisitar exposições de suas obras. Dessa maneira Vik Muniz foi o primeiro brasileiro a expor no mais conceituado museu de arte moderna do mundo. Vik também se dedica a estudos e trabalhos com a mídia em parceria com o laboratório do MIT. Ao longo de sua carreira Vik Muniz realizou exposições: em Flórida, Miami, Montreal, Nova Iorque, México, Canadá, Austrália, Rio de Janeiro. Entre seus trabalhos mais conhecidos estão as réplicas da Mona Lisa confeccionadas com geléia de morango e pasta de amendoim, o icônico retrato de Che Guevara desenhado com feijão, e a Medusa concebida em um prato de macarrão com molho de tomate.
   
    Para Vik Muniz, uma obra precisa alcançar mais do que se convencionou e atingir cada vez mais um público maior. Pessoas que normalmente não frequentam galerias de artes se empolgam com a arte de Vik. Isso gratifica o artista, que se preocupa com as pessoas excluídas socialmente. “Sou filho da cultura de massa”, diz o artista, revelando seu caráter popular e mostrando qual é, de fato, seu foco de trabalho.
 
   Outras obras do artista plástico (algumas famosas e algumas de minhas favoritas):











Referências:
    


quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Visita a Bichinho

      Bichinho, em um primeiro momento, transmite a tranquilidade bem característica das cidades do interior de Minas Gerais. Em um segundo momento, atrai visitantes pelo seu trabalho artesanal bastante regional, além da arquitetura predominantemente colonial. As casas feitas de tijolo de adobe amenizam o clima extremamente quente e seco do lugar, por ser um bom isolante térmico.
     Os moradores, por sua vez, preservam as tradições interioranas, apesar de Bichinho estar se tornando mais conhecida a cada dia. Minhas impressões e conclusões foram de que a cidade é um bom local para se estudar arquitetura, treinar observação e percepção, trabalhar a linguagem corporal (como nos foi estimulado pelas atividades de aula) e para conhecer outras realidades, em termos de regionalismos, formas de vida e utilização desses espaços por parte de nativos.


   Aí estão alguns croquis feitos na viagem:


Atividade (percepção):








Casa escolhida para intervenção - "Papel machê" (Atelier Marcelo)








Algumas das minhas fotos favoritas de Bichinho:





















 Além das atividades, desenvolvemos a habilidade de linguagem corporal através da performance: