quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Visita a Bichinho

      Bichinho, em um primeiro momento, transmite a tranquilidade bem característica das cidades do interior de Minas Gerais. Em um segundo momento, atrai visitantes pelo seu trabalho artesanal bastante regional, além da arquitetura predominantemente colonial. As casas feitas de tijolo de adobe amenizam o clima extremamente quente e seco do lugar, por ser um bom isolante térmico.
     Os moradores, por sua vez, preservam as tradições interioranas, apesar de Bichinho estar se tornando mais conhecida a cada dia. Minhas impressões e conclusões foram de que a cidade é um bom local para se estudar arquitetura, treinar observação e percepção, trabalhar a linguagem corporal (como nos foi estimulado pelas atividades de aula) e para conhecer outras realidades, em termos de regionalismos, formas de vida e utilização desses espaços por parte de nativos.


   Aí estão alguns croquis feitos na viagem:


Atividade (percepção):








Casa escolhida para intervenção - "Papel machê" (Atelier Marcelo)








Algumas das minhas fotos favoritas de Bichinho:





















 Além das atividades, desenvolvemos a habilidade de linguagem corporal através da performance:





















quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Visita ao museu de Arte da Pampulha

 Durante a visita ao Museu de Arte da Pampulha, pude conhecer mais um pouco sobre a proposta da arquitetura modernista que, entre outros arquitetos, foi posta em prática por Oscar Niemeyer. O museu, antes projetado e construído para ser local de um cassino na região da Pampulha, inicia sua visitação pelos jardins sinuosos de Burle Marx, e, após isso,   as inúmeras vidraças, em sua transparência, proporcionam sensação de integração entre exterior e interior. 
     
   Percebe-se que a parte interna do edifício preserva certas estruturas destinadas ao funcionamento do cassino; no entanto, a arquitetura de Niemeyer proporcionou um espaço flexível e versátil, podendo abrigar diferentes ambientes dentro das condições iniciais do prédio. A utilidade do mesmo para abrigo de um museu foi uma boa escolha de versatilização do espaço, uma vez que aspectos como o uso de pilares, geometria do edifício, iluminação e o emprego de rampas e escadas (acessiblidade) atende às necessidades dos usuários e de funcionários do museu.

   Aqui estão dois dos croquis feitos na visita:


Vista ampla - Fachada





Vista detalhada - Sala principal (1º andar)



Pedro Henrique sob uma perspectiva mais madura


  Após a crítica feita na primeira versão do trabalho, pude amadurecer em termos de técnicas do uso do programa Photoshop CS2. Dicas como o uso de camadas (layers), apresentação de artistas especializados em fotografias como Peter Bauer e instruções de como simetrizar a imagem utilizando corte e filtros me auxiliaram a chegar nesse resultado:



  Foi aplicado, primeiramente, a escala preto e branco, e, após isso, o filtro artístico "Poster Edges" foi utilizado para dar textura de "sketch" a fotografia. Usando camadas adicionais, um background de street-art (o que combina com o estilo de Pedro) foi selecionado para a montagem da nova imagem por colagens, inspirado nas obras do artista Peter Bauer. As novas camadas, com pouca transparência, foram aderidas à imagem de forma desordenada, para que a foto preservasse o objetivo original, que é fazer um trabalho de acordo com as características do parceiro, no meu caso, Pedro Henrique Figueiredo, que como já dito, segue, visívelmente, o estilo "street".


quarta-feira, 17 de agosto de 2011

     O curso de Arquitetura e Urbanismo está sempre estimulando um maior entrosamento entre os alunos, e, para isso, nos recomenda trabalhos em grupo com o objetivo de fortalecer as relações da turma, e, ao mesmo tempo, induzir o senso criativo individual, já que a profissão exige grande sociabilidade e habilidade de leitura daquilo que lhe é apresentado. Dessa forma, inicio meu post com uma foto, original, do meu companheiro de trabalho e mais novo conhecido, e, logo abaixo, a leitura que pude fazer de suas características e da proposta do trabalho.


    
   O Pedro Henrique, pelo que já pude conhecer, gosta de skate, movimento, urbanização e fotografias espontâneas, e me passou uma primeira impressão de pessoa ativa e moderna. Por isso, os efeitos utilizados na foto abaixo são pouco sofisticados no intuito de fazer com que a fotografia pareça ter sido tirada por um fotógrafo amador, repentinamente,em um local pouco iluminado e em movimento, já que Pedro curte a vida noturna e nunca está parado, além de valorizar aquilo que é despojado e despreocupado. Aí está a foto modificada:  


    
    
    Iniciei as modificações da imagem ajustando brilho e contraste, proporcionalmente, e, após isso, aplicando a escala preto e branco. Ao "esquentar" a cor da foto, puxando para a cor magenta, e desfocando a iluminação incidente sobre a mesma, criou-se um efeito de espontaneidade. O retrato poderia ter sido feito por uma segunda pessoa ou mesmo por Pedro, sem compromisso com o academicismo fotográfico. Os recursos utilizados foram básicos, mas o produto final ficou exatamente a cara do meu companheiro de trabalho, Pedro Henrique Figueiredo, que não combina em nada com extravagâncias e leva uma vida simples e despojada.
(Utilização do Photoshop CS4)